Lomo Aventuras

Depois de tomar fôlego e coragem (e de um bom intervalo sem escrever por aqui), decidi enviar um filme da minha Holga Tim para revelação e iniciar umas experiências científicas com a minha Polaroid 100. Com a Holga, aprendi que é preciso sol ou flash. Com a Polaroid, aprendi que é preciso sol ou flash – e que um snapshot, com aquele fole todo e o sistema de focagem dela, é impossível…

Com a Polaroid, ainda estou apanhando. Mas já ando levando jeito com a Holga, que já me deu algumas alegrias malucas. Pra quem curte fotografia, creio que tenha ficado bom:

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Pode parecer que meu pai posou, mas não… Acreditem em mim! Carmem Miranda mandou lembrança. (:

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Eis a Lucinha, minha Polaroid voluntariosa, desobediente e muito querida do céu. ♥

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E essas duas são crias dela. Na foto em preto-e-branco você não verá o plugue da tomada onde eu coloquei o modelo em papel da casinha do Up!

 

 

 

 

 

 

 

 

Essa é parte de um tríptico muito fofo do Titanic que me apareceu acidentalmente em um momento de mares muito instáveis… Por isso não publiquei. Minha caneta, claro, passou por aqui.

 

Quem achou interessante pode ver mais dessas no meu Flickr novo: http://www.flickr.com/photos/joanajoanadenovo/ !

 

Ando me repetindo,não?

Igual a Tu

Quando alguém disser o nome da cidade de “Iguatu” perto de você, imediatamente replique como bom cearense:

“Igual a mim mermo não”!

Estranha Forma de Vida

Visita de um ser vivo alienígena ao espelho de um dos banheiros da minha casa em Dezembro agora. Meu pai me chamou pra fotografar dizendo “Joana, corre aqui. Tem um bicho no espelho que não sei se é do reino animal ou vegetal”…


Com o desenvolvimento da forma extra-terrena, chegou-se à conclusão que devia ser uma espécie de erva-de-passarinho

Algum fator metafísico-cabalístico faz com que o professor Mário Roque sempre deixe a sala dez minutos antes da minha chegada…

Tendo problemas pra adicionar posts nessa bodega.

Câmeras Outras 1: Celular

Achava que a única câmera que tinha era a s*ny (odeio propaganda) e deixei de lado a do celular, além de esquecer outras que tive e que passaram pela minha mão, ainda que furtivamente. Que maldade! Muita ingratidão com meu próprio aprendizado… Pois vou deixar de besteira agora e aproveitar que andei desencavando algumas câmeras/fotos e deixar algumas aqui. Depois, faço outros posts com as outras.



Essa última é invocada: um grupo de teatro abandonou um caixão no meio da Unifor…

As fotos do post foram tiradas com um celularzinho 1,3 mp, da Nokia, ano passado. Que por sinal acho que é o que ainda uso.

Sempre aparece aguma coisa pra fotografar. Depois, mais.

Mudança de Ares

Trouxe os bits e bytes da casa antiga que tinha no Blogger para cá. Espero me acostumar com as muitas ferramentas e criar vários posts aqui no WordPress®…

Achei demais quando eu estava na página de importação de posts. Não pude deixar de trazer pra cá. Acho snapshots uma coisa um tanto geek, mas não pude evitar esse:

Troll Magic Button

!

Se esse post não tiver comentários, eu realmente vou entender…

Memória Tombada

I.

Hoje vi o vídeo de uma casinha antiga sendo destruída na rua Antônio Augusto, ao lado da Unimed. A casinha ficava aqui:

Pela referência da imagem e por memória, creio que tenha tido como última função a de restaurante (Restaurante Ilha do Sabor, n° 1260). De acordo com comentário publicado no Youtube, a casa foi de uma senhora que hoje tem 91 anos, caçula de catorze filhos e a única viva deles.

II.

Esse vídeo me fez chorar porque me fez lembrar de uma coisa que aconteceu no ano de 2006, entre os dias 1 e 2 de Janeiro.

No dia primeiro de Janeiro, eu voltava da praia com minha mãe, que resolveu passar na casa da minha avó por algum motivo. Eu tinha levado minha câmera comigo, e por algum motivo senti vontade de fotografar uma casa que sempre via, mas que estava com jeito de abandonada: a casa da professora Umbelina, que havia me ensinado piano por muitos anos… Vila Alba.


Vila Alba, a photo by Joαnα Joαnα on Flickr.

Plantas do jardim tinham sido cortadas, grades das janelas tinham sido arrancadas. Nem o pé de coité, nem o cachorro, nem o som da radiola, nem do piano. Silêncio.

…No dia seguinte, passei pelo mesmo local. A casa não estava mais lá.

Light Painting

Traduzindo literalmente do inglês, “pintura de luz” ou” com luz”, pra mim, é a expressão mais metalinguística da fotografia (já que fotos é luz em grego e grafia, de graphos, é desenho ou escrita).

Tenho feito algumas experiências curtinhas com focos de luz vermelha e branca- e deixo algumas dessas algumas aqui pra quem ficar curioso…








Modernismo

Hoje é a noite do Modernismo, no Colégio Batista (entra burro e sai artista)… Que fica a alguns quarteirões da minha casa.



Por sinal, isso me faz lembrar de quando, a alguns anos atrás, encontrei numa festa um rapaz que tinha estudado lá, que saiu artista e que só lembrou de mim porque eu era a menina de cabelo curto que raspava a nuca!

Uma das muitas crias dos meus cadernos pautados: O hein. (:

Eu nem lembrava mais de mim, acreditam?